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Mostrando postagens de setembro, 2023

Borderline... Será?!

Há cerca de um ano fui diagnosticada como Borderline. Talvez por ser mto solitária, inconstante, vazia. Com dores que não cabem em uma pessoa só. Não sei o que faço para me preencher de alguma maneira: sem amigos, sem namorado, sem nada. Enfim, graças a Deus tenho meus pais e meus bichos. Minha sobrinha Tb vejo às vezes. É isso que não me deixa pirar nem faz sentir tão sozinha. Fico pensando como pessoas que eu fato não têm ninguém conseguem sobreviver... E talvez esse dia chegue pra mim. Vivo pensando, talvez meus pais irão antes, o q seria natural. Como reagiria com a falta deles?! Passear pela casa e me deparar com essa solidão toda seria ou será muito difícil. Mas são situações inevitáveis, que devemos prever... Sinto-me tão só às vezes que parece que estou sendo rasgada ao meio, literalmente. Desparafusada e destroçada por um raio de dor que não tem tamanho, e que me enlouquece. Quando a dor vem, quando os complexos vêm, quando alguém me rejeita, tudo fica tão difícil. A idade ain...

Abraços, abraço, abs... Porque as coisas que nos faziam bem estão se perdendo

O mundo das letras é mesmo fascinante, então eu resolvi escrever mais um pouco, porque talvez me falte desabafar. Vivemos num mundo tão virtualizado, que é difícil até ter amigo para ajudar a regular nossas emoções, dar um abraço ou um conselho. Aliás, abraço, o que é isso? Gostaria de poder saber o que é um abraço nos dias de hoje, mas é difícil até no próprio lar! Vivo com meus pais e a comunicação às vezes é péssima, apesar de eles serem seres legais, são boas pessoas, mas não temos tanta afabilidade mais...  (E fui procurar no Michaelis o que era exatamente "afabilidade" e eis: 1 Qualidade do que é afável.  2 Brandura no trato; delicadeza, cortesia...".  Essa é a palavra. Daquelas que, de tão linda, quase nos abraça e nos leva juntos... Aquela palavra especial e carregada de significados como um...) Abraço. Uma palavra tão importante que quase nem ousamos pensar em seu significado real, porque um abraço não é como um tapinha nas costas. Pelo contrário, o abraço é aqu...

Poxa, vida... Um pouco de bipolaridade, border, esquizofrenia, síndrome de asperger e tdah, tudo misturado

 Estou estranhando esse ser de seis anos atrás, com nem ainda 34 anos. Como eu mudei, e como a idade, ou a proximidade dos 40, nos muda! Pode-se dizer que eu ainda era jovem, e uma jovem cheia de planos... Foi o que mais sempre tive: a cabeça nas nuvens, e os pés não muito no chão. Sou sonhadora, mas levei isso ao extremo, embora desconfie que eu nunca tenha regulado muito bem, e o mundo da fantasia tenha-me preenchido mais que o normal, e, para ser sincera, tenho feito exames psiquiátricos e psicológicos nos últimos anos, tenho tomado três tipos de remédio diferentes, e cada um pra uma coisa (depressão, bipolaridade, raiva) e estou ficando mais e mais desconfiada, também com mais raiva das coisas que deram errado, com medo de arriscar com bobagens, mas contraditoriamente arriscando mais, o que não sei ainda se é sinal de avanço... Também mais adepta ao estoicismo do que era, e na verdade eu só fui conhecer essa "filosofia" na pandemia, quando virou febre. E... Tanta coisa mu...