Em um dia comum...

Feriado, 15 de novembro. O ano acabando. As reflexões começam a brotar de forma ininterrupta. Embora isso me ocorra durante o ano todo. Filosoficamente, enriqueci bastante. Minha vertente realista ganhou ainda mais força, e mergulhei nos estudos depois de uma jornada empreendedora, frustrada. Mas entrando no campo da filosofia, finalmente... Como em todos os anos, temos a mania, boa ou não, de relembrar os seus modismos... E um ser que 'bombou' em 2017 me 'acertou' em cheio: o doutor Leandro Karnal que não, não escapou impune às minhas dores. Depois de anos vividos sob a égide da reflexão filosófica, vou concebendo que ela é como medicina para a alma. E Karnal me faz bem, como se fora um médico. Como já fez Cortella. Ou como o fazem os Provérbios bíblicos. Acho necessário sempre descobrir gentes, e a meu favor tenho a alegar que, antes de ser moda brasileira, a filosofia já despertava minha atenção. Estou apaixonada pelo realismo contente que há nela. Encontrar a mente em algum vértice que pairou sobre a cabeça de uma mente tida como iluminada é reconfortante. Paramos e vemos: apesar de diferentes, somos todos iguais. Para terminar, uma frase que me ajusta mais um pouco: "A não aceitação das diferenças torna o mundo um lugar horrível. Quem aceita isso é civilizado. Quem não aceita isso é bárbaro" (L. Karnal).



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